Autor: Bhaskar Sunkara [1]
A social-democracia transformou o século XX, dando aos trabalhadores uma parcela da riqueza e do poder que seus avós mal podiam imaginar. Mas o movimento que se propôs a superar o capitalismo acabou tendo dificuldades para defender o que havia conquistado dentro dele.
No domingo, 13 de setembro, o Partido Social-Democrata da Suécia (SAP) emergiu como o maior partido em uma eleição que será lembrada por todos os motivos errados. Magdalena Andersson está prestes a retornar como primeira-ministra, com seu bloco de quatro partidos detendo uma maioria de apenas uma cadeira no Riksdag, o parlamento sueco com 349 assentos. O SAP conquistou apenas 28% dos votos, seu pior resultado em mais de 110 anos.
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