Capitalismo movido à crédito

CDa acumulação em marcha forçada à crise e à da depressão prolongada

Nesta nota é discutida a tese de Richard Duncan sobre a íntima relação da expansão desmedida do crédito com o desempenho da economia norte-americana entre 1968 e o momento atual (2012).  Ele sustenta em seu livro The new depression, publicado em 2012, que a explicação desse movimento de  formação, expansão e estouro de uma  bolha de crédito, que dura por décadas pode ser feita com base na teoria austríaca do ciclo de Ludwig von Mises e na teoria monetária de Irving Fisher. Ambas essas teorias, como se sabe, enfatizam a importância do crédito na aceleração da acumulação de capital. A nota cuida, então, da crítica desse tipo de teorização baseado no equilibrismo de pleno emprego e, por isso, no dinheiro como meio de circulação em exclusivo. Mostra, em sequência, como o papel do crédito na acumulação de capital é acolhido – não do mesmo modo – pelo keynesianismo e pelo marxismo.

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Menos do que nada

Uma nota sobre o marxismo de Slavoj ŽižekIncêndio no Capitalismo

Nessa pequena nota, faz-se um comentário crítico sobre a tese de Slavoj Žižek a respeito do caráter do capitalismo contemporâneo. Segundo ele, este se transformou nas últimas décadas numa espécie de supercapitalismo. Pois, o capital financeiro tornou-se recentemente não só hegemônico, mas relativamente autônomo em relação ao capital industrial. Em decorrência dessa transformação, o capitalismo se tornou, segundo ele, um sistema agora dominado pelo reino do virtual e do fantasmático. Para sustentar essa tese, ele se apoia supostamente no idealismo absoluto de Hegel para “radicalizar” o materialista Marx. O comentário aqui adiantado sugere, ao contrário, que ele se afasta do autor de O Capital. Para ler a nota como um todo, clique aqui O marxismo cabeça de vento de Slavoj Zizek