Autores: Jason Hickel [1], Morena Hanbury [2] Lemos e Felix Barbour [3]
Resumo [4]
Argumenta-se usualmente que as nações ricas dependem de uma grande apropriação líquida de trabalho e de recursos do resto do mundo obtida por meio de trocas desiguais no comércio internacional e nas cadeias globais de commodities.
Aqui isso é avaliado empiricamente medindo os fluxos de trabalho incorporado na economia mundial de 1995 a 2021, levando em conta os níveis de qualificação, setores e salários. Descobrimos que, em 2021, as economias do Norte global se apropriaram de 826 bilhões de horas de trabalho incorporado do Sul global, em todos os níveis de qualificação e setores.
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