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Rumo ao mercado total? – Segunda parte

25/01/2019

Neste post pretende-se responder à questão que ficara pendente no post anterior: à medida que progride a mercadorização que consequências isto traz para a existência da sociedade humana enquanto tal.

Na conclusão da primeira parte, fez-se a seguinte conjectura: ao promover a expansão da sociabilidade mercantil para as esferas não mercantis da vida social – algo defendido, reforçado e mesmo criado pela ideologia neoliberal – não deixa de minar também as suas condições de existência no médio e no longo prazo. Agora é preciso fundamentar melhor essa posição. E, para tanto, expõe-se aqui as teses principais de Nancy Fraser no texto Pode a sociedade ser totalmente mercadorizada?

Ela sugere que, ao semear a máxima liberalização dos mercados, o liberalismo atual (“neo” por escolha própria) promove não a liberdade, mas o fascismo, tal como já o fizera no passado. E o fascismo pode levar a sociedade à barbárie. Ela propõe como solução para o impasse histórico o aprofundamento da democracia. 

O texto se encontra aqui: Rumo ao mercado total? – Segunda parte

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